10/01/2018

Serviços em nuvem: por que implementar na minha empresa?

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Noventa por cento das empresas do mundo já utilizam serviços em nuvem, principalmente, para cortar custos com TI e/ou para reduzir gastos de capital na aquisição e utilização de recursos computacionais, segundo uma pesquisa da CompTIA.

Outro estudo realizado pela Cisco apontou que o uso de cloud computing pode aumentar as receitas das empresas (10,4% dos casos), diminuir o tempo de prestação de serviços e ampliar a disponibilidade de aplicações (99%), além de duplicar a capacidade de investimento em novos projetos.

Apesar dos dados serem animadores, 24% das empresas norte-americanas que já usaram a computação em nuvem tiveram que retomar seus sistemas tradicionais por causa de dificuldades na implantação das soluções contratadas. Outro dado alarmante é que apenas 31% das organizações possuem estratégias maduras de utilização dos serviços em nuvem, sendo que 32% dizem não possuir qualquer tipo de tática em sua adoção.

Em sua organização, vocês estão explorando todo o potencial desse modelo computacional? Será que alguns serviços em nuvem que poderiam otimizar a rotina de outros setores e simplificar as obrigações de TI estão sendo ignorados? Vocês estão contratando os tipos adequados de dispositivos, plataformas ou aplicações?

Para ajudá-lo a responder a estas questões, vamos analisar o que são os serviços em nuvem e quais são seus principais tipos e usos. Também destacaremos suas características e daremos exemplos de como algumas tecnologias são usadas para diminuir despesas. Por fim apontaremos as tendências de cloud computing para 2018. Continue lendo e confira todos esses temas!

O que são serviços em nuvem?

Para entender o que são os serviços em nuvem, é importante dar um passo atrás e compreender como funciona a computação tradicional. Depois disso, fica bem mais fácil entender a razão do investimento em computação em nuvem ser tratado como algo inovador.

Como funciona a contratação, implantação e utilização de recursos tradicionais de computação?

Tradicionalmente, quando um recurso de TI era demandado para o gerente da área, ele precisava dar alguns passos e gastar muito tempo para entregar ao solicitante um resultado satisfatório. Os passos mais comuns eram os seguintes:

  1. o gestor pesquisava ou pedia indicações sobre alguns fornecedores de determinada solução e depois convidava seus representantes comerciais para uma reunião;
  2. durante e após o encontro, o gestor buscava entender melhor como o sistema, software ou hardware funcionava e avaliava tecnicamente se as necessidades do solicitante eram atendidas com sua adoção;
  3. uma vez validada tecnicamente, a solução era submetida a uma prova de conceito para ratificar se o problema era eliminado ou se uma oportunidade de negócio era viabilizada por aquela tecnologia;
  4. se houvesse sucesso nessa etapa, então, iniciava-se o processo de compra dos recursos (servidores, licenças, contratação de serviços de consultoria ou implantação, suporte pós-implementação, dentre outros);
  5. a partir deste momento começava o projeto de implantação e adoção da solução que envolvia tempo de espera para entrega de hardwares e licenças, mobilização de recursos humanos para a iniciativa, instalação e configuração dos softwares, integração com outros sistemas, treinamento dos usuários e correção de possíveis bugs;
  6. após a implantação, ainda era necessário manter pessoas capacitadas no time de TI para dar suporte e fazer manutenção nos equipamentos e sistemas;
  7. quando tudo parecia estar resolvido e pronto, o fornecedor da solução lançava uma nova versão, explicava que não corrigiria possíveis problemas de versões mais antigas e a empresa precisava gastar muita verba atualizando o sistema e os hardwares que o suportavam.

Projetos como os de implantação de um sistema integrado de gestão empresarial (ERP) chegavam a demorar mais de 12 meses para começar a funcionar, dada a complexidade do projeto e o envolvimento de várias áreas e pessoas da empresa. Além disso, esse tipo de software exigia altas somas de investimento em hardware, licenciamento, consultoria e capacitação do time de TI.

O que mudou com os serviços em nuvem?

Com o advento da computação em nuvem, houve uma terceirização dos recursos de TI empresariais, eliminando boa parte dos passos citados anteriormente. O novo modelo de computação é marcado pela facilidade de acesso e utilização dos recursos. Suas principais características são:

1. Recursos oferecidos como um serviço

A empresa que utiliza os recursos não é proprietária dos servidores, sistemas operacionais e softwares que estão embarcados na oferta dos provedores de cloud computing.

Isso quer dizer que cabe ao provedor investir em segurança da informação; atualização dos equipamentos; capacitação e pagamento de uma equipe de manutenção e suporte; investimento em sistema de controle de temperatura, nobreak e outros itens necessários para o bom funcionamento da infraestrutura e softwares.

2. Pagamento conforme o uso

Já imaginou pagar mensalmente apenas pela quantidade de usuários que de fato tinham uma licença ativa de um recurso, sem ter que dividir os gastos com servidores e aplicações específicos daquela aplicação com outros departamentos da empresa? E em ser cobrado apenas pelos minutos e dados armazenados na infraestrutura, não pelos componentes completos? Isso é o que ocorre com o pagamento pelo uso.

Basicamente, sua empresa só pagará pelos usuários ou recursos consumidos em determinado período. Nesse valor mensal, o provedor do serviço já contemplará os gastos com manutenção de equipamentos, equipe de suporte e outras despesas adicionais.

3. Garantia de níveis de serviços

Você pode estar pensando que nesse modelo sua empresa consegue contratar um serviço, mas receber algo com qualidade bem inferior, não é mesmo? Na verdade, o que garante que sua instituição receberá os recursos contratados são exatamente os termos e cláusulas acordados com seu fornecedor.

Muitos contratos preveem ressarcimento caso um serviço em nuvem fique indisponível por determinado período. Também é comum encontrar definições sobre o tempo de resposta máximo que a equipe de suporte pode ter.

4. Escalabilidade

Em segundos sua equipe de TI poderá adicionar ou remover recursos de sua conta, sem precisar solicitar antecipadamente ao fornecedor para provisionar um hardware ou software em determinada data.

Isso quer dizer que se você precisar comprar e disponibilizar licenças para um novo colaborador, poderá fazer isso em minutos, não em dias. Também significa que sua equipe poderá programar alguns servidores para serem acionados automaticamente apenas em momento de alta carga de trabalho, evitando sobrecargas, lentidão ou até indisponibilidade de seus sistemas e aplicativos corporativos.

5. Entrega dos recursos via internet

A última característica é receber os recursos contratados via protocolos de internet. Ou seja, se antes era necessário aguardar vários dias para receber um servidor, agora é possível contratar uma máquina virtual em poucos cliques.

Se antes havia a exigência de manter uma equipe de manutenção e suporte à tecnologia usada pela empresa, agora toda a manutenção é realizada pelo provedor da solução e a interação com essa equipe se dá via chat, e-mail e telefone.

Portanto, as características e vantagens são bem marcantes quando comparamos como era feita a contratação e utilização de recursos tradicionais de TI com o atual modelo em nuvem!

Quais os tipos disponíveis de armazenamento em nuvem?

Agora que você já conhece as características e diferenciais da cloud computing, vamos explicar como ela é oferecida sob três tipos diferentes de serviços em nuvem: a Infraestrutura como Serviços, a Plataforma como Serviços e o Software como Serviços. Confira!

1. Infraestrutura como Serviço (IaaS)

IaaS é a sigla de Infrastructure as a Service ou infraestrutura como serviço. Neste modelo você contrata os serviços em nuvem e tem acesso via internet aos recursos de infraestrutura que na computação tradicional seriam entregues fisicamente — como hardwares, redes, storages e servidores.

Isso quer dizer que você não precisará se preocupar com todos os equipamentos necessários para a manutenção desses recursos, como nobreaks, geradores de eletricidade, ar-condicionado e espaço de alocação dos dispositivos.

Em outras palavras, com IaaS você tem acesso aos melhores recursos computacionais através da internet, eliminando os custos periféricos das soluções.

Se fôssemos comparar a contratação desses recursos com a ida a uma pizzaria, poderíamos dizer que seria como comprar horas para usar o forno e a lenha, sem ter que se preocupar com o aluguel do espaço ou com os funcionários necessários para que os dois estivessem disponíveis.

Ou seja, sua principal vantagem é pagar apenas pelo uso, sem ter que se preocupar com manutenção, custos periféricos, capacidade da infraestrutura e sua ociosidade.

2. Plataforma como Serviço (PaaS)

Platform as a Service ou Plataforma como Serviço é o que significa PaaS. Neste tipo de serviço você pode desenvolver, gerenciar, implementar e dar acesso aos softwares e aplicativos de negócios utilizados por sua empresa. Tudo isso, sem se preocupar com os recursos computacionais (hardware) ou com o sistema operacional (OS) necessários. Afinal, o serviço contratado já entrega esses dois itens em conjunto.

De maneira simplificada, no PaaS, a equipe de TI se preocupa apenas com a utilização e gerenciamento do software, deixando para o provedor em nuvem as preocupações com manutenção de hardware, licenciamento de banco de dados e sistemas operacionais, dentre outros.

Voltando ao exemplo da pizzaria, seria como ir até ela e encontrar o forno, a lenha, a massa e o molho disponíveis para serem usados, ou seja, todos os insumos básicos para se fazer uma boa pizza já seriam cobrados no seu período de utilização. Você só precisaria se preocupar com o recheio!

A principal diferença entre o IaaS e o PaaS é que na Infraestrutura como Serviço você contrata apenas os recursos computacionais, se responsabilizando pela administração, licenciamento e gerenciamento dos sistemas operacionais e outros meios. Já na Plataforma como Serviços, você se preocupa apenas com os dados e as aplicações.

3. Software como Serviço (SaaS)

O último modelo de oferta de serviços em nuvem é o Software as a Service ou Software como Serviço (SaaS). Neste modelo, o provedor se responsabiliza por hardwares, sistema operacional, desenvolvimento, gestão, manutenção e suporte de uma aplicação em específico. Por sua vez, a sua empresa utiliza o sistema ou software através da internet.

Ou seja, neste modelo, sua preocupação deve ser apenas com a conexão de internet, o pagamento da mensalidade, inclusão e exclusão de novos usuários, mas não com a maneira como o software online funciona.

Em nosso exemplo, seria a ida clássica à pizzaria. Você não se preocupa com a seleção dos ingredientes, montagem, tempo necessário para ficar pronta, temperatura do forno e se há lenha suficiente. Você apenas, entra, pede, come a pizza e paga apenas por aquilo que consumiu.

Os exemplos mais comuns de SaaS são os sistemas de gestão do relacionamento com clientes (CRM), sistemas de videoconferência na nuvem, aplicativos de produtividade, softwares voltados ao marketing digital, dentre outros.

Quais são as vantagens para as empresas?

Já citamos algumas características e apresentamos algumas estatísticas que mostravam a razão das empresas optarem por serviços em nuvem, sendo a principal delas a redução de custos.

No entanto, um estudo do Instituto Vanson Bourne mostra que as vantagens podem ir além da redução e otimização do orçamento de tecnologia, afinal, 64% das empresas analisadas alcançaram maior eficiência e agilidade na maneira como fazem negócios ao usar essa tecnologia.

Para evidenciar ainda mais essas vantagens, listamos 6 benefícios que não podem ser esquecidos quando falamos em computação em nuvem. São eles:

1. Escalabilidade horizontal

Você configura previamente alguns servidores e os deixa desligados. Depois disso, um algoritmo identificará sobrecargas ou falhas no servidor principal e ativará automaticamente os servidores em nuvem.

Ou seja, a computação em nuvem será uma auxiliar para seu servidor principal e balanceará a carga de trabalho para evitar indisponibilidades. Nesse caso você só pagaria pelo tempo em que os servidores ficaram ativos, não tendo nenhum custo para deixá-los previamente configurados e em espera.

2. Escalabilidade vertical

Este segundo benefício é o de melhorar dispositivos ou softwares para atender às necessidades de sua empresa. Na escalabilidade vertical, você faz o upgrade de hardware, como servidores, storages e ambientes de infraestrutura completos em alguns minutos, aumentando a quantidade de processadores virtuais, memória e armazenamento.

O contrário também é possível, ao verificar que sua companhia havia provisionado recursos de infraestrutura ou de licenciamento que não eram essenciais, você poderia fazer o downgrade e deixar de ser cobrado por algo que não utilizava plenamente.

3. Elasticidade

Este é o benefício de poder configurar e utilizar novos recursos a qualquer momento, sem precisar esperar dias ou meses para que um hardware seja comprado, entregue e usado. Além disso, você não precisa pagar pelo tempo de ociosidade dos dispositivos físicos, uma vez que pode desativar ou diminuir os recursos, sempre que quiser e pagará apenas pelos meios e tempo que usar.

4. Gestão estratégica de TI

Ao terceirizar a gestão de hardwares, do sistema operacional e até de aplicações completas, sua equipe passa a focar em formas de melhorar e otimizar as rotinas de seu negócio. Assim, ela deixa de gastar tempo com chamados sobre funcionamento e provisionamento de recursos de TI.

5. Redução do TCO

O Total Cost of Ownership (TCO) ou custo total de propriedade é caracterizado pela compra e manutenção dos recursos de computação e licenças que são da empresa. Ao contratar a infraestrutura, plataforma ou software como serviços, sua organização deixa de utilizar seu caixa na compra de hardwares e passa a ter apenas as despesas operacionais.

Essa simples mudança pode liberar o capital de sua instituição para ser investido em áreas mais críticas para seu negócio.

6. Rapidez na utilização

Sem precisar fazer download, nem instalar, os softwares e a infraestrutura online podem ser utilizados em pouquíssimo tempo após as configurações iniciais. Isso diminui os valores necessários para a utilização de qualquer tipo de aplicação e facilita o acesso às tecnologias de ponta que antes precisariam de altos investimentos em infraestrutura e sistema operacional para serem usados.

Como a nuvem pode ajudar na redução de custos?

Logo na introdução deste post citamos alguns dados alarmantes sobre a adoção da computação em nuvem não receber os devidos cuidados por parte dos gestores de TI. Exemplo disso é o fato de apenas 1% das organizações possuírem uma estratégia otimizada de cloud computing. Por isso, vamos elencar 3 passos indispensáveis a serem dados por qualquer organização em sua jornada para nuvem.

1. Avalie quais serviços podem ser migrados para a nuvem

Apenas 33% das empresas utilizam os serviços em nuvem para rodar 100% de seu ambiente de TI, outros 38% preferem utilizar apenas aplicativos não críticos e 29% usam sistemas críticos e não críticos em ambientes híbridos (online e on premises).

Atualmente, a segurança da informação não pode ser vista como um obstáculo para essa adoção, pois estudos do Gartner, mostram que 95% das falhas de segurança em cloud computing foram ocasionadas por descuido dos usuários e administradores e não por problemas de tecnologia.

Ou seja, a computação em nuvem causa certa mudança cultural na forma como administradores e usuários lidam com tecnologias corporativas. Por isso, também recomendamos que seu departamento de TI avalie quais serviços podem ser migrados ou contratados diretamente em nuvem.

Por exemplo, usar um serviço de videoconferência em nuvem no modelo SaaS seria um bom início para organizações que ainda estão hesitantes com a adoção da tecnologia. Isso porque a solução pode gerar vários pontos de redução de custo e aumento de produtividade dos colaboradores, como já citamos em um post.

2. Trate a adoção de um novo software como um projeto

A simplicidade de contratação não deve ser tratada como facilidade de adoção da tecnologia pela empresa e usuários. Por isso, o gestor de TI deve tratar a contratação de um novo sistema como um projeto prioritário, com suas etapas de planejamento, execução, homologação, produção e suporte inicial.

O risco de não tratar uma nova aquisição de software dessa forma é não identificar possíveis bugs e dificuldades do usuário, não criar um plano de melhoria contínua alinhado ao roadmap de desenvolvimento do software mantido pelo provedor e, com isso, relegar o sistema ao esquecimento, sabotagem ou não utilização por parte dos colaboradores de sua empresa.

3. Avalie a reputação do fornecedor

Existem várias sturtups e empresas de TI com pouca experiência, literalmente começando no mercado. Algumas chegam a usar sua base de clientes para testar novas funcionalidades de suas soluções, sem terem feito provas técnicas em ambientes controlados de homologação. Logo, é importante checar quem será o provedor dos serviços em nuvem que você contratará.

Fale com clientes, confira as garantias contratuais, peça para testar a solução por um breve período, avalie a qualidade do suporte e analise os possíveis riscos em adotar aquela solução. É importante entender que experiência e quantidade de clientes atendidos são bons critérios balizadores de soluções de TI. Quanto mais clientes, mais testada e menos falha será uma aplicação.

Seguindo esses 3 passos é possível implementar tecnologias que, de fato, reduzirão os custos com TI de sua empresa.

Quais as tendências em computação na nuvem para 2018?

Agora você já sabe o que são os serviços em nuvem, quais são suas características e vantagens, além de conhecer 3 passos para implementar boas soluções a um baixo custo. Vamos conhecer 4 tendências de serviços a serem utilizados pelas empresas em 2018, assim você poderá avaliar se eles deveriam ou não fazer parte de seu planejamento.

1. Chatbots

Chatbots são softwares que usam canais digitais, como redes sociais, e-mails, sites e telefones para manter uma conversa com as pessoas e atender suas solicitações de maneira ágil e eficiente. Esses robôs podem ser empregados como atendentes ou assistentes virtuais para os colaboradores.

Segundo o IDC, em 2019, 75% dos colaboradores das corporações melhorarão sua produtividade e experiência de trabalho por causa da utilização de assistentes virtuais conectados aos bancos de dados da empresa. O detalhe é que a nuvem potencializa o uso dos chatbots ao facilitar o desenvolvimento e manutenção dessa tecnologia.

2. Inteligência Artificial

Segundo o Gartner, até 2020 a grande batalha das empresas de tecnologia será pelo lançamento de bons sistemas que aprendem, adaptam-se e agem de forma autônoma. A razão para essa busca é a crença de que, com isso, as organizações conseguirão reduzir custos operacionais e criarão uma experiência de consumo inigualável para seus consumidores.

Apesar de parecer distante de muitas instituições, atualmente existem vários chatbots que já utilizam inteligência artificial para melhorar seu relacionamento com os usuários.  

3. Aplicações Nativas

Criar  aplicações em serviços em nuvem está se tornando uma tendência. Se antes as empresas implementavam seus softwares de maneira local e, só depois, se preocupavam com sua migração para a nuvem, agora 15% das soluções corporativas já são construídas em cloud computing e até 2020 esse número será de 32%.

Um exemplo disso está em softwares de videoconferência que antes eram instalados nos servidores das empresas e agora já são comercializados completamente em nuvem.

Portanto, se sua empresa pensa em criar um software próprio, avalie se o ambiente em nuvem não é mais recomendado para este projeto!

O uso de cloud computing causou uma revolução no universo da TI e na forma como esta área apoia e cria  oportunidades de negócios para as empresas.

Portanto, não importa se sua organização avaliará as próximas tendências, se adotará soluções mais consolidadas, como as de videoconferência, ou se migrará aplicações e hardwares físicos para serviços em nuvem, o fundamental é que ela passe a considerar esse modelo como uma boa alternativa.

Afinal, os benefícios e facilidades próprios da computação em nuvem já não podem ser ignorados por instituições que querem continuar operando no mercado!

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